
Explorando as diversas possibilidades na área de dados: onde você pode atuar?
CARREIRA
Lucas Lumertz
11/16/20243 min ler


Eae pessoal, como vocês estão? Espero que bem. Hoje vamos abordar as diversas possibilidades de atuação dentro da área de dados.
Vamos imaginar que a área de dados é como uma grande cidade cheia de avenidas e bairros diferentes, cada um com seu propósito. Existem várias funções dentro dessa cidade, e cada uma tem um papel importante para garantir que os dados sejam coletados, organizados, analisados e usados para resolver os problemas que temos no mundo real. Hoje, quero compartilhar com vocês, o que fazem alguns desses profissionais, as diferenças entre eles e as novas profissões que estão surgindo nesse universo, conforme a área vem se expandindo.
As principais possibilidades dentro da área de dados
Dentro dessa área, existem três posições que são as mais conhecidas quando pensamos em profissionais de dados, são elas: engenheiro de dados, cientista de dados e analista de dados. Cada uma delas tem um papel muito bem definido, mas não se engane, achando que cada um faz suas próprias de maneira individual, pelo contrário, todos precisam trabalhar juntos para transformar dados em algo verdadeiramente útil.
O que faz cada um dos profissionais?
Abaixo, vou explicar de maneira breve, qual a função de cada uma das mais conhecidas profissões, de maneira lógica, ou seja, irei apresentar o que cada um fez, na ordem que o processo de dados exige.
Engenheiro de dados:
Pense no engenheiro de dados como um construtor de estradas e pontes na nossa cidade dos dados hipotética. Ele é responsável por organizar, limpar e criar as estruturas que permitem que os dados viagem de um lugar para outro com segurança. Essas estruturas podem ser bancos de dados, pipelines de dados (que são como tubos para transportar informações) e até plataformas inteiras.
Exemplo: Imagine que você é dono de uma grande fazenda de maçãs e precisa enviá-las para o mercado. O engenheiro de dados constrói as estradas que levam as maçãs para o mercado. Sem ele, não teríamos estradas, e tudo ficaria espalhado e confuso. Dificuldade a chegada das maçãs no destino.
Cientista de dados:
O cientista de dados é seria como um detetive da nossa cidade. Ele pega os dados já organizados pelo engenheiro, analisa e descobre padrões, tendências e respostas para perguntas difíceis de serem respondidas. Muitas vezes, ele usa inteligência artificial e estatísticas avançadas para conseguir prever o futuro, ou resolver problemas mais complexos.
Exemplo: Lembra das maçãs? O cientista de dados vai usar os dados do mercado para descobrir qual tipo de maçã vende mais, em qual época do ano e por quê. Assim, ele pode ajudar o fazendeiro a se organizar melhor para vender e economizar mais.
Analista de dados:
Já o analista de dados é quem vai interpretar os números e apresenta essas informações de forma clara e objetiva, por meio de gráficos e relatórios. Ele é como un tradutor da nossa cidade dos dados, transformando números em insights que qualquer pessoa consegue entender.
Exemplo: Depois que o cientista de dados descobre que as maçãs verdes vendem mais no verão, o analista de dados cria um gráfico mostrando essa informação e apresenta isso para o dono da fazenda tomar as decisões que ele entendem ser as melhores para o seu negócio.
Novas posições que estão surgindo:
Com o crescimento e a expansão da área de dados, vem surgindo novas profissões com papéis mais específicos. Vou abordar de maneira breve duas delas:
Engenheiro de Analytics:
Esse profissional, que seria como um híbrido entre engenheiro de dados e analista de dados. Ele trabalha com uma equipe de dados, geralmente com os engenheiros e os analistas para criar representações e ferramentas de conjuntos de dados que permitam ao usuário final entender e avaliar as informações fornecidas nos dados.
Exemplo: Ele cria uma “maquininha” que mostra, a cada minuto, quantas maçãs foram vendidas em cada mercado.
Engenheiro de Machine Learning:
Esse é o especialista em construir e implementar modelos de inteligência artificial em grande escala. Ele pega os modelos criados pelos cientistas de dados e os transforma em sistemas que funcionam automaticamente.
Exemplo: Ele cria um sistema que analisa as vendas de maçãs e automaticamente sugere quantas plantar para a próxima estação, sem que ninguém precise fazer isso manualmente. Agilizando muito mais o processo.
Conclusão:
Bom, estamos chegando ao fim de mais um artigo. E fica claro que a área de dados é enorme, cheia de possibilidades e com espaço para todo o tipo de talento. Desde aqueles que gostam de construir a base até quem prefere analisar e apresentar os resultados, sempre há algo a contribuir.
No entanto, é importante lembrar que, para essa grande “cidade de dados” fictícia funcionar, cada parte precisa estar bem conectada e organizada. Quando isso acontece, os resultados são incríveis: decisões mais inteligentes, problemas resolvidos e muito valor gerado para empresas e pessoas.
E você, já pensou em qual avenida quer explorar na nossa cidade dos dados? Bom por hoje era isso pessoal, um abraço. E até o próximo assunto.
